Eu poderia escrever sobre um milhão de coisas. Eu poderia proclamar minhas impressões sobre os últimos acontecimentos mundiais. Poderia relatar sobre a semana mais turbulênta do ano. Poderia opinar sobre a última aparição da Britney-shameless. Sobre minha série favorita. Resenhar sobre meus jogos do DS. Talvez uma receita. Inveja, discórdia, dores de cotovelo. Compor sonetos. Crônicas sobre o cotidiano. Reclamar sobre a quantidade de coisas que eu tenho a fazer até o final do ano. Fazer analogias com o livro que estou lendo. Discursar sobre meu cabelo.
Mas eu prefiro dizer apenas: Obrigada!
Às pessoas que fizeram este fim de semana compensar os cinco dias que precederam ele.
Meu anjo é um ser peculiar.
Ele não gosta de tomar cerveja direto da lata. Não toma chá, porque acha que mexe com o intestino dele. Esquece que tem um celular. Sempre pede chá de pêssego no McDonalds. E quando não tem, suco de maracujá.
Meu anjo dá os livros que ele mais gosta para pessoas que ele considera especial. Ele não se importa de sair com os cabelos bagunçados. Ele canta pela rua e faz melodia de qualquer coisa. Esquece o que estava falando no meio do assunto. Mexe com crianças na rua. Conhece todos os meus cheiros.
Meu anjo me dá bronca de forma carinhosa. Ele mima a si mesmo. Sabe a capital da Croácia. Joga video-game no modo dificil, porque, se está lá, é porque é possível passar. Sabe ser macho até com os olhos mareados.
***texto inacabado por falta de criatividade***
Quem nunca se identificou com os célebres parágrafos do Soneto de Fidelidade, de Vinicius de Moraes? Ou ainda da Crônica do Amor, escrita pelo Arnaldo Jabor? Músicas, poemas, frases, monólogos inteiros caem como luvas em determinados momentos de nossas vidas. Acho incrível como existem pessoas que conseguem traduzir exatamente tudo que vem a nossa cabeça e não conseguimos expressar. Ou pior, expressamos errado. Então, é perfeitamente comum que se tome emprestadas as palavras alheias, ou melhor, a colocação em seqüência das palavras alheias para justificar sentimentos, ações e opiniões. Mas, em contra partida, me vem a pergunta: por que não escrever os próprios textos? Afinal, teoricamente, ninguém sabe melhor de você que você mesmo. Imagine se todas as pessoas tentassem entender e exprimir o que sentem ao invés de ler 37 livros de poesia para sugar uma estrofe e copiá-la num cartão. Imagine quantas pessoas já receberam um cartão / carta com a frase "O amor é fogo que arde sem se ver". Ou ainda "Amar não é olhar um para o outro, é olhar juntos na mesma direção". Será que todo amor é igual? Exatamente igual? Seria tão difícil colocar palavras em uma ordem lógica e compreensivel? Obviamente que pode ter alguma réplica em algum outro texto, afinal o número de palavras é finito. Mas não e muito gratificante exibir uma carta que contenha o que você realmente pensa do que uma letra de música do Jota Quest? Ou será que sou eu, com essa mania incorrigível de personificar tudo, que está pedindo demais?
Ontem eu estava indo para a faculdade, quando uma mulher entrou e sentou a minha frente. Ela começou a folhear uma revista para o público negro. Pela extrema falta do que fazer e curiosidade, comecei a ler a revista pelo reflexo do vidro. Sempre achei que este tipo de revista supria sim um público, mas nunca tinha pensado exatamente do que o público realmente precisava.
Achei a publicação extremamente preconceituosa com a própria proposta. A matéria musical se resumia ao HipHop. A polêmica central era "É verdade que negros preferem as louras?", e uma modelo platinada exportada de propaganda de cerveja estampava uma página. Filmes? Só com atores negros. Livros? A mesma coisa.
Me pergunto: Só porque eu sou negra, eu tenho que gostar de HipHop? E a minha maior preocupação deveria ser se meu namorado vai sair atrás da primeira loira que aparecer? E só gostar de atores / escritores da minha raça? COMO ASSIM?
O pior preconceito é consigo prórpio. Acho que em primeiro lugar, as pessoas precisam gostar delas mesmas, independente de raça, credo ou situação bancária.
Assim, só uma idéia.
Você pode tirar o sapo do brejo, mas não tira o brejo do sapo...
E quando você acha que seu dia vai ser um lixo, pipoca na tela do seu msn uma mensagem off...
Morro do Dendê é ruim de invadir enviou 9/10/2007 22:24:
não esquece que eu ama vc?
Nunca.
*Este texto não é oficial da EA Games e/ou da Nintendo e não pretende divulgar nada além das minhas impressões sobre o jogo MySims pro Nintendo DS.* No dia seguinte, indo a floricultura, Ashley diz que eu tenho que fazer colares de flores. Nisso entra um mini game, onde tem quatro opções de flores, que devem ser colocadas na seqüência pedida. Quanto mais rápido fizer, mais pontos ganha e um troféu, dependendo do tempo e do acerto.
Alem disso, Ashley dá um colar para presentear os visitantes, que neste momento se resume a 1, que fica na praça. Eu também tenho que falar com ele e escolher as ações. Faze-lo feliz significa que ele vai voltar a cidade e que eu ganharei mais dinheiro.
Depois disso comecei a explorar outras partes do mapa. Nas montanhas tem a arvore sagrada, que posteriormente o policial pede para tirar uma foto dela. Neste mapa também tem uma quadra de squash, e o Tim (neto da prefeita) me convida a jogar, me presenteando com uma raquete. Eu fui muito ruim no jogo, pois os pontos dos mini-games não são cumulativos, dificultando chegar nos troféus. ¬¬’
Acaba ficando noite e eu não posso mais jogar squash. Durante a volta para casa, vejo pontinhos brilhantes. Quando chego perto, é dinheiro no chão. Parece que vou ficar rica fácil.
Conforme o dia vai passando, as pessoas vão mudando de lugar. Assim aparece a Olívia, que vende bugigangas numa das casas vazias. Ela ri em quase todas as falas e reclama da falta de pessoas.
A prefeita dá dicas de que há alguém vivendo no porto e quando se chega lá, tem que conversar MUITO com o Joseph, até ele resolver que você é uma pessoa bacana... Isso dura uns 3 dias, indo e voltando.
*Este texto não é oficial da EA Games e/ou da Nintendo e não pretende divulgar nada além das minhas impressões sobre o jogo MySims pro Nintendo DS.*
Com um layout mais puxado pro estilo anime, o MySims começa com uma musica bonitinha, sem grandes efeitos.
Logo de principio, você deve escolher o nome da sua cidade (que a estúpida aqui colocou o nome da personagem). Então você entra na tela que monta seu personagem. As opções são de sexo, raça, cabelos, olhos e roupa. O que falta de estilos, sobra em cores. Tem a possibilidade de ter olhos roxos, cinzas, vermelhos e cabelos laranjas, azuis e rosa (além das cores habituais).
Minha personagem tem os cabelos pretos, com um coque meio solto, olhos grandes roxos, blusa preta e saia colegial vermelha.
O primeiro passo é falar com a prefeita, que você pode ver na tela superior do DS, indicada no mapa. No primeiro momento ela mal me dá atenção, pois está aflita atrás do neto dela. Logo eu tive que procurar o garoto, vestido de urso (O_o) e convence-lo a voltar. Para falar com ele havia 2 opções de ação (falar e ouvir), que iam indicando se ele gostava ou não, através de uma barrinha situada no topo da touch screen. O problema é que você tem um tempo para acertar suas ações, ou então o garoto fica bravo e não aceita mais conversar.
Ai volta-se a prefeitura, onde a Prefeita fica agradecida e pergunta seu nome. Ai sim você escolhe o nome dele (a). Minha personagem se chama Angie.
Então Angie tem como missão, conversar com um costureiro e o policial da cidade, que estão desolados porque a cidadezinha está às moscas. Novamente, tenho que escolher quais atitudes tomarei com eles... Quando eles gostam de mim, eu ganho dinheiro. É meio bizarro, como se eu fosse paga pra ser simpática... logo depois aparece a Ashley, que é a florista da cidade, pedindo que eu plante tulipas pelos canteiros (que aparecem no mapa, facilitando a missão).
Quando se cumpre as missões uma barrinha igual ao humor dos personagens vai enchendo, e ao completá-la, você ganha estrelas e abre uma nova fase do jogo. A cada fase, turistas começam a aparecer e os mapas para outras partes da cidade vão se abrindo.
Após plantar tulipas, voltei a Prefeitura e a prefeita me disse para ir para a minha casa, que ficava ao leste. Levei uns bons 15 minutos para descobrir que a minha casa fica fora do mapa, isolada. Mas isso aconteceu porque há casas vazias na vila e o mapa estava bloqueado do lado oeste. Então eu supus que ele também estava bloqueado ao leste. =$
Na casa tem a opção de colocar um guarda roupas vermelho, uma cômoda verde (onde você guarda as coisas do seu inventário) e uma cama amarela. De principio só há uma opção para dormir, o cochilo.
Novo blooooog
Novo blooooooooooooog
*dancinha a la Johnny Bravo*

e precisa continuar?lindo...e soh seu.=* read more
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